NEGAÇÃO, METÁFORA E METONÍMIA NO DISCURSO CONSTITUCIONAL: A TEORIA DE MICHEL ROSENFELD A PARTIR DE EXEMPLOS DA PRÁTICA DISCURSIVA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35356/argumenta.v48.i12

Resumo

O presente artigo objetiva analisar algumas das relações que podem se estabelecer entre a constituição, construção e legitimação do discurso constitucional, especialmente aquele oriundo de instituições voltadas para a interpretação constitucional, e o instrumental teórico haurido das teorias linguísticas e semióticas, com foco nos conceitos de negação, metáfora, metonímia e suas interrelações na formatação discursiva. Com base nas sugestões provenientes da perspectiva de Michel Rosenfeld, pretendeu-se expor sinteticamente tais conceitos, e apresentar exemplos oriundos da prática constitucional discursiva brasileira que ilustram o funcionamento concreto das categorias linguístico-semióticas elencadas.

Biografia do Autor

Henrique Smidt Simon, Ceub/DF e IDP/DF

Doutor em Direito, Estado e Constituição pela UnB; Professor no Ceub (DF); Professor no IDP (DF); Advogado.

Wilson Roberto Theodoro Filho, Universidade de Brasília

Doutor em Direito Estado e Constituição (PPGD/UnB); Professor da FD/UnB

Publicado

04-08-2026

Como Citar

SMIDT SIMON, Henrique; ROBERTO THEODORO FILHO, Wilson. NEGAÇÃO, METÁFORA E METONÍMIA NO DISCURSO CONSTITUCIONAL: A TEORIA DE MICHEL ROSENFELD A PARTIR DE EXEMPLOS DA PRÁTICA DISCURSIVA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Argumenta Journal Law, Jacarezinho, v. 1, n. 48, 2026. DOI: 10.35356/argumenta.v48.i12. Disponível em: https://revistas.uenp.edu.br/index.php/argumenta/article/view/2203. Acesso em: 8 ago. 2026.