ALBINISMO NA INFÂNCIA: O PERCURSO DE CRIAÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM MANUAL EDUCATIVO

Autores/as

Resumen

O albinismo oculocutâneo é uma condição genética que acarreta múltiplos desafios à saúde, exigindo cuidados específicos com a pele, visão e o bem-estar psicossocial. Frente a escassez de materiais educativos voltados à população acometida, o presente artigo descreve o processo de criação e validação de um manual educativo voltado para crianças com albinismo, com foco na promoção da saúde e prevenção de agravos. Trata-se de uma pesquisa aplicada, orientada pelo desenvolvimento de uma solução com potencial de impacto positivo na vida das pessoas, utilizando as metodologias Design Thinking e Método CTM3. Como produto, foi desenvolvido o manual “Albinismo na Infância: um pequeno manual para pessoinhas vivendo com albinismo”, priorizando linguagem lúdica, acessibilidade e foco no usuário. O material foi validado por especialistas, e demonstrou ser uma ferramenta versátil e inovadora, com potencial de replicação nos contextos familiares, sanitários e escolares.

Biografía del autor/a

Nivea Macena de Lima

Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL).

Rozangela Maria de Almeida Fernandes Wyszomirska, Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL)

Pós-Doutorado em Educação a Distância e e-Learning pela Universidade Aberta (2018), em Lisboa, Portugal. Professora da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL).

Almira Alves dos Santos, Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL)

Pós-Doutorado em Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias-Lisboa-Portugal. Professora da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL).

Publicado

2026-08-22

Cómo citar

Macena de Lima, N., Maria de Almeida Fernandes Wyszomirska, R., & Alves dos Santos, A. (2026). ALBINISMO NA INFÂNCIA: O PERCURSO DE CRIAÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM MANUAL EDUCATIVO. Revista De Produtos Educacionais E Pesquisas Em Ensino, 10(1), 226–244. Recuperado a partir de https://revistas.uenp.edu.br/index.php/reppe/article/view/2032

Número

Sección

Artigos