BIOCAPITALISMO E TRABALHO IMATERIAL: O COOPERATIVISMO DE PLATAFORMA FACE AO FENÔMENO DA «UBERIZAÇÃO»
DOI:
https://doi.org/10.35356/argumenta.v48.i5Resumen
O presente trabalho parte do seguinte questionamento: de que maneira as plataformas cooperativas minimizam a precarização e a exploração dos(as) trabalhadores(as) de aplicativos, a partir da perspectiva do comum? Para responder ao questionamento, utiliza-se o como referencial metodológico, teórico-analítico o materialismo histórico no viés de Antonio Negri, em que o método considera o antagonismo entre uma subjetividade criativa e uma subjetividade constituída pelo capital. Ao fim, a conclusão foi de que o cooperativismo de plataforma se apresenta como possibilidade de constituição do comum nas trilhas de um novo modo de produção social, solidário e democrático, para além das experiências do capital plataformizado.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Argumenta Journal Law

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution CC BY-NC-SA 3.0 BR que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.







